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Atendimento no mundo

O atendimento ao cliente no mundo: o que podemos aprender e ensinar

Por Fabio Rodrigues, fundador da Customer Art

Iniciei uma pesquisa para construir um panorama sobre como funcionam as áreas de atendimento ao cliente pelo mundo. Os principais objetivos, em ordem de prioridade, são: maturidade das operações (metodologias de CX, processos estruturados), posicionamento das empresas, questões regulatórias locais, tecnologias aplicadas, desenvolvimento de canais, níveis de digitalização e automação, o papel do atendimento humano e o mercado de BPOs.

A ideia é fazer três mergulhos distintos: primeiro no mercado de alto volume em setores como bancos e telecom, depois em operações de clientes de alto valor em diversos segmentos e, por último, nas PMEs. Esse terceiro tem a intenção nobre de completar a visão do ecossistema.

A primeira parada será a China, que tem se destacado como potência tecnológica com feitos impressionantes, como o DeepSeek (um modelo de IA desenvolvido a custo baixíssimo), além de avanços em eletrificação de frotas, veículos autônomos e delivery em grande escala.

As pesquisas serão conduzidas com apoio de ferramentas de inteligência artificial avançada, sempre com curadoria criteriosa e fontes confiáveis. A IA faz o trabalho pesado de varredura, eu faço o filtro, a análise e trago o que realmente importa para nossa conversa.

Os resultados serão publicados periodicamente aqui. A primeira pesquisa chega na próxima semana.

Espero encontrar experiências que nos ajudem por aqui, que sirvam de inspiração. E sei também que vamos chorar juntos algumas vezes com os amigos deste mundão.

Conto com a colaboração de vocês. Nossa rede tem gente muito especial, com conhecimento de sobra, e será um prazer aprender junto.

Faço esse movimento porque o que normalmente circula por aí são as "melhores referências", aquelas histórias positivas do cliente que não queria sapato, testou pedir uma pizza e viveu mais uma experiência encantadora. A ideia aqui é mergulhar também nas dores e constatar que não estamos sozinhos nos perrengues deste setor.

Afinal, se alguém entra em contato, é porque não existe produto ou serviço à prova de oportunidades.

Fabio Rodrigues

Foto de Joshua Rawson-Harris na Unsplash